terça-feira, 1 de março de 2011

Welcome To The Rileys



O filme “
Welcome To The Rileys” conta a história de uma adolescente que mora na rua, Mallory, que ganha a vida se prostituindo e fazendo show como stripper. Até que sua vida muda completamente quando ela conhece Doug Riley e Lois, casal atormentado pela morte da filha Emily.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Justin Bieber - Never Say Never ft. Jaden Smith


Aconteceu neste domingo o American Music Awards e o destaque da noite foi Justin Bieber, ganhador dos quatro prêmios a que havia sido indicado, incluindo Artista do Ano. O astro pop de 16 anos concorria nessa categoria com Lady Gaga, Katy Perry, Eminem e Usher.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Filme de Bruna Surfistinha chega ao cinema


Com a chegada do Oscar, domingo (27), termina a temporada de estreias de filmes indicados à estatueta. Desta forma, as novidades da semana têm como destaque duas biografias: a primeira é a produção brasileira Bruna Surfistinha – O Veneno do Escorpião, e a outra relata a vida do jovem cantor pop Justin Bieber.

O longa-metragem Bruna Surfistinha retrata a vida de Raquel Pacheco, jovem de classe média que frequentava colégio tradicional de São Paulo e sofria com a rigidez dos pais adotivos. Após brigar, mais uma vez, com a família, a garota resolve fugir de casa e mudar drasticamente o estilo de vida: ser garota de programa.

Na produção, baseada no livro O Doce Veneno do Escorpião, Raquel conta atrajetória na pele de Bruna Surfistinha (interpretada por Débora Secco), garota de programa de luxo que ganhou destaque nacional através de um blog, usado para contar as aventuras afetivas com clientes.

Dirigida por Marcus Baldini, Débora, principal destaque do longa-metragem, afirma que a carreira pode ser dividida em duas partes: antes e depois de interpretar Bruna. Atualmente, a atriz atua na novela Insensato Coração, de Gilberto Braga, onde dá vida à ex-participante de reality show.

Baldini afirma reconhece que deverá sofrer críticas e o trabalho poderá ser acusado de apologia à prostituição, mas garante que nenhuma mulher que sair das salas de cinema vai querer imitar Bruna Surfistinha.

O outro lado
Bruna saiu da prostituição graças ao casamento com João Paulo, ex-cliente. Porém, o advogado tinha esposa e duas filhas pequenas. Sendo assim, Samantha Moraes, que foi trocada por Bruna, escreveu o livro Depois do Escorpião, no qual relata desde quando conheceu o marido, aos sete anos de idade, até a descoberta da traição, por um fio de cabelo

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Caça às Bruxas


Behmen (Nicolas Cage) é um cavaleiro que, depois de vários anos lutando nas Cruzadas, perdeu algumas batalhas, muitos amigos e até a fé. De volta à sua terra natal, ele encontra uma Europa devastada pela fome e a peste negra. Neste cenário de destruição ele se une a um grupo de guerreiros encarregados de levar uma garota, suspeita de ser bruxa, para um monastério distante. Não leva muito tempo até que o grupo perceber que a jovem possui forças sobrenaturais, e que eles estão prestes a enfrentar um mal além da nossa compreensão.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Discurso do Rei

Favorito do Oscar desse ano, com 12 Indicações e vencedor do Prêmio de Melhor Ator de Cinema no Globo de Ouro.  O Discurso do Rei é o destaque dessa semana em nossa página de cinema e está na pré-estreia do UCI Iguatemi.
Dirigido, pelo inglês Tom Hooper e estrelado por Colin Firth (Orgulho e Preconceito e O Diário de Bridget Jones), Helena Bonham Carter (Alice no País das Maravilhas), Geoffrei Rush (Elizabeth: A Era de Ouro), o filme vai além do drama real vivido pelo Rei George VI – pai de Elizabeth II, que lutava contra o fato de ser gago e ter que falar em público com a postura de uma majestade.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Jogos Mortais o Final

Jogos Mortais: O Final mostra um grupo de sobreviventes de Jigsaw à procura de ajuda de um guru e Bobby Dagen, um companheiro que também sobreviveu aos terrores, mas que tem segredos obscuros capazes de criarem uma nova onda de horror.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Vida de criadora de Harry Potter vai virar filme

Autora de uma das séries de fantasia mais famosas da literatura mundial, J.K. Rowling pode ver a história de sua vida seguir o mesmo caminho que a de seus personagens.

A criadora de Harry Potter será objeto de um filme que promete contar todas as dificuldades que ela passou antes de emplacar o sucesso e se tornar uma das mulheres mais ricas de todo mundo. A escritora possui hoje um patrimônio de mais de R$ 1,4 bilhão.

O longa será adaptação da biografia não autorizada "Strange Magic" (Mágica Estranha, na tradução literal) e deve ser lançado diretamente para TV.

Estrela da série "Without a Trace", Poppy Montgomery (foto) está cotada para interpretar a autora.

J.K. Rowling não tem qualquer envolvimento com a produção. A escritora no momento aguarda o lançamento da segunda parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte no próximo dia 15 de julho.

A franquia Harry Potter recebeu um prêmio especial na última edição do BAFTA, premiação apontada como o "Oscar do cinema britânico".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Never Say Never

Para ver o filme, uma experiência por dentro dos bastidores de sua última turnê e uma pequena biografia, que dá também ao espectador uma experiência 3D de um show gravado no Madison Square Garden, o astro 'teen' apareceu com refrigerante e nachos (salgadinho de origem mexicana).
O cantor aproveitou para dar entrevista às TVs locais, tirar fotos com fãs ensandecidas e distribuir autógrafos. O documentário sobre a história de Bieber tem estreia prevista para 25 de fevereiro nos cinemas brasileiros.
Bieber está em conversa com o ator Will Smith, projetando um novo filme

Sinopse

O filme contará a história do cantor desde a infância até o repentino estouro atual e como prova o trailer, o cantor já tinha muito talento.
Este novo trabalho de Justin promete fazer um estouro nas bilheterias de todo o mundo. E para  diminuir um pouco a ansiedade das fãs, vamos dar uma conferida!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Eu Sou O Número Quatro (2011)



Eu Sou O Número Quatro (I Am Number Four) é um filme de ficção científica, ação e romance que será lançado no dia 18 de fevereiro de 2011.
Dirigido por DJ Caruso, o filme é baseado no livro I Am Number Four, escrito por Jobie Hughes e James Frey, com um roteiro adaptado por Al Gough, Miles Millar e Marti Noxon.
O filme está sendo produzido por Michael Bay e Steven Spielberg junto com a DreamWorks. Segundo The Hollywood Reporter o orçamento do filme está projetado para estar entre US$50 e  US$60 milhões de dólares.

Sinopse:

Nove crianças alienígenas, são trazidas para a terra e misturadas aos seres humanos, fugindo de seus planeta natal, Lórien. Pois uma espécie invasora, os Mogadorians, destruíram seu planeta, e agora os seguiram até a Terra para caçá-los. Cada um dos nove alienígenas foi dado a um tutor e desenvolvem poderes sobre-humanos quando eles se tornam adultos. A cada um foi atribuído um número. Estas últimas crianças de Lórien só podem ser mortas na sequência de seus números. Os números Um, Dois e Três já foram mortos até agora.
O número Quatro (Alex Pettyfer), também chamado John Smith, se muda para “Paraíso” cidade fictícia em Ohio, disfarçado como um estudante. Lá ele ganha uma amiga, Sarah Hart (Dianna Agron), uma garota doce, que é um fotógrafa. Depois de passar toda a sua vida fugindo o número quatro se apaixona, e agora tem algo para incentivar a continuar lutando por sua vida.

Elenco:

Alex Pettyfer, Timothy Olyphant, Teresa Palmer, Dianna Agron, Kevin Durand, McAuliffe Callan.
Em março de 2010, Alex Pettyfer estava em negociações para interpretar o personagem-título do filme, o número quatro. Mais tarde, foi confirmado que o ator de 20 anos, britânico vai estrelar no papel principal. Sharlto Copley ia estrelar como Henri, o tutor e mentor do número quatro, mas teve de abandonar devido a obrigações de imprensa com seu filme The A-Team. Copley foi substituído por Timothy Olyphant. Kevin Durand interpreta o vilão do filme, o ‘Comandante”, um alienígena que lidera a caça aos alienígenas fugidos para Terra.
A DreamWorks passou por várias rodadas de testes para encontrar a atriz certa para o papel feminino principal romântico. Dianna Agron, uma estrela na série de televisão Fox Glee, ganhou o tão cobiçado papel. Ela interpreta Sarah, uma garota que namora um jogador de futebol americano do colegial, mas se apaixona pelo número quatro e guarda o seu segredo. Jake Abel atua como o jogador de futebol americano Mark James, um antagonista do filme que não gosta de ninguém que se aproxima de sua namorada. Teresa Palmer faz o papel de outro alienígena, a número seis e o ator australiano Callan McAuliffe de 15 anos interpreta Sam, o melhor amigo do Número Quatro.

Besouro Verde

O primeiro grande filme ruim de 2011


Besouro Verde (The Green Hornet, 2011) é um investimento tão arriscado que é surpreendente que ele tenha saído do papel. O filme adapta para as telas um programa de rádio de 1936, que na década de 1960 mais tarde migrou para a televisão, versão lembrada por saudosistas e arqueólogos da telinha especialmente por ter lançado o futuro astro das artes marciais Bruce Lee (1940-1973).
Tentando recriar esse sucesso para as novas gerações, está justamente um desses entusiastas, o ator bonachão Seth Rogen, que escreveu o roteiro, produziu o filme e o protagonizou. Mas Rogen também é um fator de risco. Seu sucesso no cinema está intimamente ligado ao subgênero da "comédia de maconheiro", papel que ele faz como ninguém. Nas poucas vezes que ele arriscou-se fora de sua zona de conforto, fracassou em bilheteria.
O entra-e-sai de diretores (o penúltimo, Stephen Chow, o deixou por diferenças criativas com os roteiristas e produtores) acabou com a entrada de Michel Gondry, o cultuado e esquisitíssimo cineasta francês de comédias totalmente inconvencionais, como Rebobine Por Favor e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança, em seu primeiro blockbuster hollywoodiano - outro elemento que deveria ter assustado a Columbia Pictures. Para completar, a responsabilidade de achar o "próximo Bruce Lee" também pesou, com Jay Chou assumindo o papel de Kato - com um inglês ininteligível e uma das piores atuações da década (prova de que não é possível concentrar-se em emitir sons que você sequer entende o significado e atuar ao mesmo tempo).
A conjunção de riscos e impossibilidades resulta exatamente no que se esperaria de um filme assim, uma aventura desconjuntada, com direção terrível de atores, diálogos absurdamente ruins e situações completamente inverossímeis. Note como o herdeiro magnata Britt Reid (Rogen) decide, do dia para a noite, sem qualquer motivação externa digna de uma "jornada do herói" que se preze, combater o crime, só porque descobriu que o barista (!) e mecânico de seu falecido pai sabe lutar kung-fu e construir mísseis e supercarros. E o pior: decide fazê-lo disfarçado como um vilão. Aos puristas, fica a ressalva de que nem tudo que fez sentido para a inocente audiência da década de XX funciona hoje em dia... Sem falar na contratação da secretária vivida por Cameron Diaz, imposição de estrutura de roteiro atual (o indispensável "interesse amoroso" que vai dividir os heróis), que só serve para atrasar a trama principal e arrastar o filme.
Completando o elenco principal, Christoph Waltz se esforça como o vilão em crise, Chudnofsky. Depois de um encontro com um criminoso da moda (James Franco em participação especial), o antagonista decide assumir uma persona mais extravagante. Cria uma frase de efeito, começa a vestir apenas vermelho e torna-se "Sanguenofsky". A cara-de-pau do ator dá certa dignidade às suas cenas.
Com inéditos 80 milhões de dólares à sua disposição, Gondry despiroca na direção. Sua solução para a "Kato Vision", a maneira como o ajudante do Besouro Verde enxerga situações de risco, tem certo estilo, mas não empolga. Guy Ritchie já havia feito algo assim ano passado, em Sherlock Holmes, pra ficar apenas em uma citação bem recente. Para piorar, Jay Chou sabe lutar muito bem - e encher a tela de firulas só mascara a qualidade pela qual ele foi contratado. Que saudade do soco de uma polegada...
Quando tudo parecia perdido para a Columbia, que viu seu investimento fracassar em hype (a Comic-Con o saudou com cara de "WTF?"), o estúdio sabiamente optou por lançá-lo (ou melhor, largá-lo) em um dos menos concorridos fins de semana do ano, o limbo cinematográfico de janeiro. Estratégia acertadíssima. O milionário "Bisonho Verde" emplacou com o grande público dos EUA, carente de opções - já que aqueles paradões "filmes de Oscar" ocupavam os multiplexes -, e até rendeu um troco, embalado pelos ingressos mais caros do tosco e absolutamente dispensável 3-D estereoscópico.
É tudo tão ridículo que, depois do choque inicial, o filme - pasme! - até começa a funcionar. É como se ele pedisse do público a suspensão, não da descrença, mas de qualquer critério. Para quem atende ao apelo sedutor do trash, o clímax é antológico. Acontece perante os olhos como um daqueles pesadelos engraçados, em que as cenas, desencontradas, se sucedem, uma mais estapafúrdia que a outra. A essa altura o cérebro está tão embotado que as piadas começam a entrar e as risadas a fluir. Até Seth Rogen parece um bom herói de ação a bordo do incrementado carro Beleza Negra. Besouro Verde deve consagrar-se, assim, como o terceiro ato mais hipnótico do ano. Pena que quando começa a ficar bom, termina.
Não que eu queria ver uma sequência, que fique claro.